Nutriworm (farinha de minhoca)
O Nutriworm apresenta alto teor protéico, de até setenta por cento (70%) de proteína assimilável. O Ministério da Agricultura exige para este tipo de produto um mínimo de 60% de proteínas. Esta farinha foi autorizada pelo Sistema de Inspeção Federal do Ministério da Agricultura - SIF (GO 11030) como ingrediente para alimentação animal.
Unidade de produção de farinha de minhoca
A unidade processadora da empresa Solo é Vida recebeu o registro de funcionamento (SIF) para a produção de farinha de minhoca destinada ao mercado interno e à exportação. As instalações são ainda utilizadas para treinamento nos programas de transferência de tecnologia. Essa unidade industrial tem capacidade para processar 5.000 kg de minhocas por mês e produzir 500 kg de farinha.
A demanda crescente por proteína de origem animal de comprovada qualidade, contendo alto teor de aminoácidos essenciais e de utilização protéica líquida (valor biológico), tornou viável a industrialização das minhocas, até então com o seu aproveitamento limitado a experiências em laboratórios.
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- Planta industrial para produção de farinha de minhoca, onde é produzido o Nutriworm.
Estudos desenvolvidos pela engenheira de alimentação Angela Santelmo, com apoio do Sebrae e CTD/UnB objetivando adaptar tecnologia inicialmente pesquisada por Luís A.Velásquez, da Universidade Católica do Chile, para instalação de uma unidade processadora para a Solo é Vida, indicam que a farinha de minhoca foi testada na alimentação de animais monogástricos, obtendo bons resultados em ganho de peso e desenvolvimento muscular. Em outros países vem sendo utilizada também na alimentação humana.
Novas possibilidades de comercialização têm surgido num mercado cada vez mais dinâmico como é ocaso do uso de húmus em aquários ornamentais, na hidroponia e na fungicultura.
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- Maquinário para processamento